O homem propriamente dito deve tomar consciência de sua substância. Assim sendo, o novato passa de um grau para outro, da disciplina corporal para a disciplina emocional e daí para a intelectual. Os três grupos combinam-se para formar um desdobramento progressivo das suas capacidades e de sua compreensão. É importante notar que se trata de etapas e não terminais. A verdade aprendida é sempre proporcional ao nível de compreensão do indivíduo. - PB

O essencial estado de receptividade

Pergunta: Todos podemos desenvolver essa receptividade?

Resposta: Sim, todos nós podemos desenvolvê-la de acordo com o grau de fidelidade aos princípios. No entanto, trata-se de uma grande trabalho ao qual devemos devotar nossas vidas, abandonando tudo o que tiver uma NATUREZA DISPERSIVA, tudo o que tiver uma natureza material e tudo o que tiver uma NATUREZA DE OPOSIÇÃO. Você tem de colocar toda a sua vida nisso. Não se trata de algo que possa ser realizado pelo simples desejo de realizá-lo. A intenção deste livro não é deixar você sentado confortavelmente desfrutando por algumas horas de um estudo interessante, mas SACUDI-LO DA CABEÇA AOS PÉS, para fora de sua paz humana, impelindo-o a uma atividade que torna bem-vindo esse sacudir. Se isso acontecer, a partir de então, isso é realmente um trabalho. 

Isso significa renunciar ao tempo e ao dinheiro. É algo em que você põe tudo, para que seja digno de alguma coisa. É chegar àquele lugar onde Cristo vive em você e, se isso é o que você deseja, terá de trabalhar para isso. 

Passar de um ser humano a um ser espiritual não é possível de um salto. Até Saulo de Tarso teve de procurar a verdade durante anos sob a tutela de um mestre hebreu. Ele estava procurando Deus, seu coração estava certo, e porque seu propósito era encontrar a verdade, não importando se seu caminho estava errado, por fim sua vida foi transformada num raio ofuscante e ele viu o Cristo. 

Assim é conosco. Não importa o caminho que estejamos seguindo. O que realmente vale  é o grau de fervor com que procuramos a verdade. Podemos concordar que não estamos mais buscando uma demonstração de coisas, mas que estamos buscando a CONSCIÊNCIA DA PRESENÇA DE DEUS e a disposição de deixar que nos sejam dadas por acréscimo? 

Nesse fervor desenvolvemos a consciência espiritual. Eis porque enfatizei que, além além dos seus períodos de meditação, há três coisas essenciais neste caminho: uma é um mestre que tenha capturado uma certa dimensão do Cristo e que possa ficar ouvindo e ouvindo, guiando e guiando; a segunda é estudar livros inspiradores, metafísicos ou escriturais, que lhe sejam atraentes e satisfaçam a sua necessidade, e não o estudo que é bom para alguma outra pessoa; e, terceira, agarrar cada oportunidade de reunir grupos de pessoas que, sem qualquer outro interesse, se juntem com o propósito de aprender mais a respeito de Deus. 

Cada vez que você comparece a uma reunião metafísica ou a uma reunião de uma igreja, você está em companhia de pessoas cujo propósito principal na vida é PROCURAR DEUS, não importando que caminho possam seguir. É possível meditar e experimentar uma sensação daquela paz de Cristo em qualquer igreja e ser feliz com grupos de pessoas de qualquer fé. O importante é estar entre pessoas que amam a Deus e a verdade e estão procurando Deus e a verdade de algum modo. Se você deseja chegar a Deus, você encontrará Deus!

Joel Goldsmith em, A união consciente com Deus    

A preparação para o Grande Despertar

Toda pessoa veste a máscara ocultando sua verdadeira identidade. De fato, a palavra latina PERSONA significa máscara. Mas, quando removemos a máscara da personalidade humana, descobrimos que tudo o que Deus é, o ser que somos é. A personalidade humana, com o seu bem e o seu mal, beleza e feiura, riqueza e pobreza e os demais pares de opostos, desaparece quando se faz a constatação: "Aí está um ser individual, Deus expressando sua perfeição e harmonia". O simples fato de podermos olhar agora para uma pessoa e no próximo minuto ela roubar nossa carteira, não altera a realidade de sua verdadeira identidade; prova apenas que não chegou ainda a despertar para a identidade verdadeira.

Temos o dever — e não só perante nós mesmos — de fazer com que o mundo reconheça a cada um como de fato deve ser reconhecido, não atribuindo qualidades boas ou más, tanto para amigos como para inimigos, cessando de pensar sobre sua história passada, presente e vê-lo em sua real identidade espiritual.

"DEUS É A ALMA DESSE INDIVÍDUO; DEUS É SUA MENTE E INTELIGÊNCIA. é DEUS QUE DERRAMA A SI MESMO PARA SE EXPRESSAR COMO SER INDIVIDUAL".

Haverá no mundo algo mais desejável para a Alma humana do que o reconhecimento do seu verdadeiro SER?"

Num primeiro momento poderemos achar que isso é ser por demais impessoal, mas não é nada disso. Trata-se, isto sim, de ser verdadeiro, pois observando tais princípios estaremos observando as pessoas como elas realmente são.

[...] Quando qualquer um de nós for capaz disso, terá feito a transição entre ser um homem da Terra e ser um filho de Deus.

Sem dúvida, há homens e mulheres que não são do nosso agrado e, contudo, em algum momento da transição ou conversão, o seu passado é varrido longe e, de repente, tornam-se um novo ser. Seu aspecto é o mesmo: têm os mesmos olhos, os mesmos traços, as mesmas pernas e o mesmo corpo e muitas vezes nem reparamos que lhes tenha ocorrido algo diferente, já que a mudança é interior, é uma TRANSFORMAÇÃO DE CONSCIÊNCIA.

A transformação ocorre sem que a pessoa seja transportada para algum tipo de mundo etérico ou transformada em corpo etérico, mas por meio de uma mudança de consciência que leva à reflexão: eu sou um ser, e, uma vez que Deus é o princípio criador de meu ser, tudo o que Deus é, EU SOU — tudo o que o Pai tem, é meu.

Joel Goldsmith em, O Trovejar do Silêncio

Que diremos a respeito da Graça?

Que diremos a respeito da Graça? Foi chamada de presente de Deus, mas Deus só tem um presente: Ele doa a si mesmo para nós. Não podemos saber com a sabedoria humana o que seja a Graça e, por mais que tentemos encaixá-la na linguagem humana e suas significações, nunca seremos capazes de entender a genuína graça espiritual de Deus. 

A Graça Divina se desdobra por caminhos que desconhecemos, em direções impensáveis, de formas desconhecidas ou, mesmo que saibamos algo sobre ela, nunca sonhamos que venha a fazer parte da nossa existência de vida. Em qualquer caso, a Graça é uma revelação individual. Não acontecerá para alguém sob aspecto de rosas se esse alguém não gostar de rosas, e nem como uma passagem para uma volta ao mundo se a pessoa se achar mais satisfeita com um pequeno chalé na praia ou na montanha. A Graça de Deus flui como atividade espiritual, mas ela governa os nossos negócios humanos por caminhos que não nos é possível esboçar ou desenhar. 

Ao ponderar sobre a Graça, cresce dentro de nós um senso de independência das preocupações e das coisas deste mundo. Começamos a sentir que se não houver uma pessoa sequer na vida que possa nos trazer qualquer coisa, apesar disso, pela manhã todas as necessidades terão sido satisfeitas, o que acontece pela Graça de Deus. 

Se mantivermos a consciência em Deus, perceberemos que nada há a não ser Deus mesmo, se manifestando como flores ou como alimento sobre nossa mesa, ou como roupa sobre nosso corpo; Deus parecendo como relação harmoniosa, como perfeito funcionamento de nosso corpo e de nossa mente. Lutar e batalhar não nos proporcionará isso tudo. Tudo o que temos a fazer para que isso ocorra em nossa vida é pendurar a espada, ficar quieto e aguardar a manifestação da Graça.

Não há na vida terrena objetivo mais alto que a comunicação com essa PRESENÇA, que nunca nos deixa ou desampara. Ela não nos traz o alimento, a roupa ou o abrigo. Ela é o alimento, a roupa, o abrigo. Ela não nos conduz à fortaleza ou à torre mais alta; ela é, literalmente, a fortaleza e a alta torre. Não nos traz nada; não há doação de coisa alguma, a não ser a doação de si mesma. 

Obtida a descoberta da onipresença de Deus, é obtida a libertação do aborrecimento, do medo, da perda e da limitação. Se aparecer uma necessidade, nos recolhemos ao tabernáculo interior com a PRESENÇA e, no momento certo, Ele aparece externamente sob a forma exata do que é necessário para nós. No estágio de consciência no qual somos capazes de abandonar a força e o poder humanos, assim como as opiniões e julgamentos, se manifesta a Graça divina, invisível, embora perfeitamente tangível para quem a vivencia. Não podemos ver esse Espírito transcendental, nem ouvi-lo, saboreá-lo, tocá-lo ou cheirá-lo, embora esteja aqui e agora — nós o sentimos e temos certeza dele. 

Quando abrimos mão dos direitos humanos, vontades e desejos — mesmo os desejos bons — e nos abandonamos completamente à vontade de Deus, esse Espírito nos invade como se encontrasse um vácuo, e, quando isso ocorre, podemos sentir-lhe os movimentos a nos percorrer o corpo, desde os músculos e as veias até as unhas. Somos um com o ritmo do Universo, e tudo está bem.  Tudo que o Pai tem, flui agora, por nosso intermédio, para este mundo como Graça Divina, trazendo-nos tudo o que é nosso, e levando a nós mesmos para todos aqueles a quem pertencemos. Assim aprendemos a não nos preocupar com as coisas do mundo; não precisamos lutar, nem agressiva nem defensivamente. Podemos PERMANECER QUIETOS, SEM PENSAMENTOS, SÓ RECEPTIVOS, deixando Deus fluir através de nós e PERMEAR o nosso ser. 

Então completaremos nosso trabalho, embora deva aqui lembrar que o Espírito nunca trabalha para nós. Trabalha EM NÓS e por nosso intermédio, na medida em que nos ENTREGAMOS E RENDEMOS — mesmo os nossos pensamentos —, de modo que Deus possa se manifestar. 
  
Aqueles que atingiram, mesmo em pequena escala, a cristicidade ou realização espiritual estão no mundo, sem ser do mundo. Pouco sabem de pecado, doença, tortura, perda ou limitações da vida humana, e tais tragédias pessoais não os tocam. Eles estão conscientes de que tais coisas existem e, por causa do seu contato com Deus, podem ajudar os outros — podem alimentar multidões, saná-las e reconfortá-las, mas eles mesmos não necessitam de suprimentos ou conforto, ou qualquer dessas coisas que a raça humana considera tão necessárias. Eles entregaram o poder e os desejos pessoais, e aceitaram o amor de Deus, a Graça de Deus e sua direção como fatos únicos de sua vida. 

Nirmala - A Sabedoria do Coração com Grace Bubeck

Não há por que temer os pensamentos

No momento em que nos elevamos acima do reino mental da vida, percebemos que não há tal coisa como o tempo. Qualquer pessoa que tenha feito contato com Deus terá descoberto que não havia consciência temporal durante tal experiência, e, embora o contato possa ter demorado apenas meio minuto, nesse curto lapso de tempo ocorreu o bastante para convencê-lo de que se haviam passado algumas horas. Outras vezes, feito o contato, parece ter demorado só um minuto, mas, ao olharmos o relógio, percebemos que se passaram duas ou três horas. 

Em outras palavras, não há percepção de tempo e de espaço na consciência da Onipresença. Estamos em um estado mental de consciência quando pensamos e raciocinamos, ou quando observamos coisas e pessoas. Só no reino espiritual é que transcendemos a mente. 

Algumas pessoas acham um modo de transcender a mente por um processo que tem sido descrito como "o silenciar da mente"; acharam que tais esforços têm dado, frequentemente, resultados, se não em atingir a consciência espiritual, ao menos em deixar o efeito oposto, o embotamento da consciência. 

Há um modo, contudo, de subirmos além do nível mental da vida, embora não sejamos capazes de ficar permanentemente nesse estado, que requer anos e anos de dedicação exclusiva; podemos porém nos elevar acima da mente a tal ponto que, mesmo se estivermos no mundo, ela não nos perturbará por muito tempo. 

Podemos começar por não tentar parar o nosso processo de pensamento. Se a mente quer pensar, nós a deixamos ir, e, se for o caso, sentamos e a observamos em seu processo de pensar. Embora os pensamentos venham, eles não podem nos fazer dano. Eles não têm poder, e nada há neles que devamos temer. Se os temermos ou os odiarmos, tentaremos fazer com que parem e, se por outro lado os amarmos, tentaremos segurá-los. Não nos deixemos pois odiar ou temer qualquer pensamento que se apresente à nossa mente, mas não nos permitamos também amá-los ou tentar segurá-los, por mais que nos pareçam bons. Deixemos os pensamentos vir e ir embora, enquanto sentamos e os observamos como expectadores. Tudo o que estamos olhando são sombras que deslizam rapidamente sobre a tela: não há nelas poder nem qualquer substância — não há nelas nenhuma lei ou causa —; são apenas sombras. 

Algumas podem ser muito agradáveis, e nós poderemos querer agarrá-las. Outras poderão nos perturbar ou constranger, mas são apenas pensamentos, pensamentos e nada mais. Podem testificar a doença; podem testificar o pecado ou o acidente, mas, por mais constrangedores que sejam, nós nos quedamos imóveis e os observamos vir e ir embora. "Não há bem nem mal naquilo que estou observando: essas coisas são só figuras; e, mesmo que pareçam ser boas, não são boas porque são apenas figuras". 

Se tentarmos esse pequeno experimento em nossos momentos de meditação, logo perceberemos que estivemos a sofrer por causa dessas imagens e pensamentos que nos submergiram, e ficamos tão aflitos que tentamos fugir deles ou apagá-los; todavia, quando somos capazes de vê-los em sua perspectiva correta, eles são inofensivas nulidades, apenas sombras. Na verdade, por vezes representam teorias ou regras feitas pelo homem, com relativas punições associadas, também produto humano. Quem porém lhes outorgou autoridade? Senão vejamos: este aqui testifica a infecção e o contágio e este outro os falsos apetites. O próximo é uma profecia de desastre, o outro é o medo da carência, e este outro é o medo do medo. Mas a verdade é que aí só há nomes — terríveis nomes, é verdade, pela sua conotação trágica, mas só nomes. Nomes que o homem deu para algo que não compreendia — apenas imagens no pensamento. 

Deixemos de nos amedrontar com nomes. Mesmo que seja uma imagem na máquina de raio X, por que deveríamos temê-la? Continua sendo só uma imagem, uma representação de imagem mental. Quando não mais a temos na mente, não é mais possível sua representação. Nós só podemos fazer figuras daquilo que temos na mente. Se podemos vê-lo, ouvi-lo, tocá-lo, saboreá-lo ou cheirá-lo, será uma atividade da mente, uma imagem mental, o "braço da carne", uma nulidade. É uma falsa criação que Deus nunca fez. 

Sempre que estivermos a pensar nisso, estaremos ainda no reino mental, o reino do conhecimento da verdade; contudo, se continuarmos o nosso exercício, observando honestamente a imagem, começaremos a perceber que se trata de algo sem substância ou causa.[...]

As pessoas, às vezes, seguindo tais práticas parecem vislumbrar imagens bonitas, ou visões, e cometem então o primeiro engano, tentar segurá-las. O segundo engano é querer trazê-las de volta em algum momento futuro. Isso é uma verdadeira insensatez. Nunca devemos fazer isso e nem mesmo segurar uma imagem bonita, pois é só uma imagem. Se é de Deus, o próprio Deus pode nos dar muito mais do que precisamos, e, se for uma imagem desagradável, devemos aprender a não temê-la, uma vez que não tem existência como realidade eternizada, mas apenas uma imagem mental. 

Chegaremos talvez ao ponto em que não haja mais o que dizer ou pensar. E assim teremos uma última palavra sobre isso: "Independentemente do que pareça ou afirme ser, não há em você (imagem) propriedades intrínsecas de bem e de mal. Todas as propriedades estão na consciência que fez este universo à sua imagem e semelhança, e nem o bem nem o mal existem como forma ou efeito. Qualquer que seja seu nome ou natureza, se você existe no tempo ou no espaço, você é uma imagem mental, uma nulidade. Eu não tenho que temer você, pois não tem existência no meu ser e nem no de ninguém. Só tem existência na mente, e como existência mental não tem forma e é vazio. Não há em você mais bem ou mais mal do que numa sombra que se move na tela da lanterna mágica — você é só uma sombra sem substância". 

Quando atingimos a completa quietude e a paz, a mente já não funciona, nós a transcendemos ao subirmos à atmosfera do espírito, dentro da qual estamos receptivos e sintonizados com qualquer coisa que Deus conceda. Tão logo nos tornemos desapegados, isto é, desprendidos do pensamento da fome, do medo, do amor por pessoas ou objetos, de modo que podem flutuar diante de nossos olhos nos deixando completamente indiferentes, não mais estaremos no reino da mente. Somos atingidos, tocados, e tocamos a nossa própria alma, que é Deus — estamos na atmosfera na qual, quando Deus fala, nós podemos ouvi-Lo. 

Quando Deus faz soar sua voz, o coração derrete e todos os problemas se dissolvem. 

Joel Goldsmith em, O Trovejar do Silêncio

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O curandeiro não "faz" ou "dá" algo ao paciente, mas ajuda-o a voltar para o Todo, para o caminho da "Unidade" com o Universo; neste "encontro" o paciente se torna mais completo, e isto é cura. Nas palavras de Arthur Koestler: "Não há linha divisória nítida entre a auto-reparação e a auto-realização". - Lawrence LeShan

Observe, você não é aquilo que você pensa que é. Você não é somente aquilo que seu o seu meio ambiente lhe fez. Há mais realidade em si do que aquela que lhe é dada social e externamente. Você possui outra personalidade bastante diferente daquela que você mesmo tem certeza de que você é. — Gopi Krishna

A meditação em si, não é o Caminho. O Caminho é o CONTATO! A meditação apenas serve de meio para atingirmos o silêncio interior, onde o CONTATO é feito. — Joel S. Goldsmith

"Senhor, como uma ovelha perdida que anda de um lado para outro, procurando o caminho, também eu te procurava no exterior, quando Tu estavas em mim... Percorri ruas e praças da cidade deste mundo, buscando-Te sempre... e não Te encontrei porque em vão procurava fora o que estava dentro de mim." - Agostinho

"A paz que você procura está no silêncio que você não faz"

"Melhor seria viver apenas um único dia no aperfeiçoamento de uma boa vida em meditação do que viver cem anos de forma má e com uma mente indisciplinada.

Melhor seria viver apenas um único dia na busca do entendimento e da meditação do que viver cem anos na ignorância e na imoderação.

Melhor seria viver apenas um único dia no começo de um diligente esforço do que viver cem anos na indolência e inércia.

Melhor seria viver apenas um único dia pensando na origem e na cessação do que é composto do que viver cem anos sem pensar em tal origem e cessação.

Melhor seria viver apenas um único dia na percepção do estado Imortal do que viver cem anos sem tal percepção.

Melhor seria viver apenas um único dia conhecendo a Doutrina Excelsa do que viver cem anos sem conhecer a Doutrina Excelsa". — O Buda, dos DHARMMAPADA

Velai incessantemente para que não haja em vosso coração nenhum pensamento, nem insensato, nem sensato: não tardareis a reconhecer os estrangeiros, isto é, os primogênitos dos egípcios. — Hesíquio, o Sinaíta (Século VIII)